domingo, 18 de maio de 2014

Tocou na alma. Filme: Her

Olá pessoas, a quanto tempo !
Andava meio sem inspirações e sem tempo pro blog, mas hoje tirei a noite para fazer um post sobre um lindo filme que vi esses dias, Her.

Theodore é um cara introspectivo e trabalha como escritor de cartas, mas ao contrário do que pensamos ao ler isso as cartas são escritas através da fala. E ele é muito bom no que faz, pois mesmo na época em que vive uma característica não foi lhe foi arrancada, o modo de como observa a vida com todos seus sentidos e precisão.Porém ele não vê as coisas assim, já que anda desiludido de mais após o termino de seu casamento, e como um típico coração quebrado se recusa a assinar o divorcio.
No filme cada pessoa tem um ponto no qual ao coloca-lo no ouvido pode conversar com ele, mas como é apenas um sistema operacional a pessoa só consegue fazer tarefas como checar e-mails, ouvir musicar e tudo o que um computador ou celular faz. Todos conversam com seu ponto,é como se fosse cada um preso ao seu mundo. O que eu não duvido q aconteça mais pra frente.
Mas Theodore se sente muito sozinho. Até que um dia andando no metrô se depara com uma nova tecnologia criado pela Element Software, OS1 um sistema operacional  com inteligência artificial.
Pá, é o fim de toda solidão. Interessado Theodore resolve compra-lo e ao instala-lo escolhe uma voz de mulher (muito bonita por sinal) que não só fala como uma pessoa mas também reage como tal.
Até que com a convivência diária dos dois, OS1 ou melhor dizendo Samantha passa a ser mais do que um sistema operacional, se torna alguém viva e presente, só que sem corpo.
Como estamos falando de futuro aqui, tudo o que é tecnologia interage com as pessoas, mas Samantha é diferente, ela é atraente,engraçada e espontânea. Até que ao ver isso eles se apaixonam e começam a namorar.









Perai ficou estranho. A namorar? Sim. Mas ela é um sistema operacional? Sim. Então não existe, é loucura!
Isso é o que muitos pensam, é o que até eu pensaria se não conseguisse enxergar o outro lado. Digo, tem uma cena do filme em que Theodore se encontra com sua ex-mulher e ele lhe conta sua atual situação amorosa, ela indaga e diz que não há como ser real desse modo. Nessa hora eu parei e pensei como aquilo que ela disse era vago.
Não há como ser falsos sentimentos reais sentidos de verdade, não há como se enganar com isso.
Pode ser que até que engane os outros mas no fundo sabemos o que realmente sentimos.
No fundo a gente se apaixona pelo o que quer, pelo o que nos cabe e encanta naquela hora, pelos confortos e sorrisos que se dá. É vivo, faz sentido, é se apaixonar pelo o que convém sem ter a noção disso.
É claro que contatos físicos são essenciais mas o amor dos dois é tão intenso que creio que foi isso que me prendeu mais ao filme.
No fim eu chorei tão sentido como uma criança.
SUPER RECOMENDO 
Isso sem falar que o filme mistura coisas vintagens e tecnológica, e combinou muito, deu aquele ar de filme da Cultura que eu adoro assistir.


E o ator principal tem uma coisa nesse jeito de ser que tipo, fiquei encantada!


Escrevi muito minha gente!
E é isso por hoje!
Bye Bye

xoxo

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