segunda-feira, 11 de julho de 2016

Conforto que vem das estrelas

(Texto antigo)
Esse começo de noite fria foi a primeira vez que tive a real consciência de que as estrelas falam.
Não como vozes sem fim, mas como conforto ao olha-las.
A percepção de um céu além de nós, faz nascer em um mim uma controversa em perceber o quanto é bom ser pequena perante a ele, o quanto eu sou só mais um ser que vive em meio a esse caos.
Mas justamente junto a esse céu imenso,nasce uma sensação de que sou pertencente a algum lugar, pertencente a um sentir muito sereno e vivo que transborda dessas relações humanas muitas vezes banais, ou se não pesadas demais.
Não há uma comparação que explique.
Só quem consegue as ouvir percebe que nelas reside mais do que vivemos.
(escrito por mim quinta 19 de Maio de 2016 ás 19:18)



'Enquanto as luzes das cidades e o ar cinza as ofuscam, quando se olha fixamente para o céu no meio da noite se percebe que cada vez mais vão ressurgindo estrelas.
E que até mesmo do lado daquela que mais brilha, se bem olhado, ao seu redor se encontra uma pequena não vista de imediato.
Quando se olha fixamente para a escuridão os olhos se acostumam e as formas e cores começam a existir.
Poética comparação, ao perceber a escuridão da vida se encontra estrelas.'
(escrito por mim domingo 10 de Julho de 2016 ás 21:13)

 E como diz Rubem Alves:
"Quem pode se considerar importante olhando para as estrelas?"



E é isso por hoje.
Bye Bye

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.