sábado, 23 de julho de 2016

Felicidades simples traz beleza e prazeres a vida

Inspirada em uma postagem do blog da minha irmã Retalhos da Rotina - Efêmeras Felicidades, resolvi exercitar um pouco a mente ao pensar o que são as minhas felicidades efêmeras.
Acredito que todas as felicidades assim como os sentires são efêmeros, vem e vão e me cabe pela densidade de sentir e\ou importância de potencializa-los ou prolonga-los.
Gosto de voltar a essas felicidades, ao lembra-las faz nascer um mim um conforto e muitas vezes aquele famoso choquezinho que sinto no pulmão quando algo me satisfez no inesperado (estranho não é?), e passar por aquele constrangedor e engraçado momento ao relembrar de algo caminhando na rua e nascer a necessidade grande de gargalhar e sentir que todos me olham e pensem 'pirou na felicidade'.
Tento dar o espaço que cada sentir merece (tento). Muitas vezes sem perceber e por um dom mágico até consigo lembrar de cheiros e senti-los sem estarem ali, reforçando mais o momento vivido.
Reforço que todas as minhas felicidades são efêmeras.
O que priorizo para viver bem é o estar em paz comigo, (estar de boa).
Mesmo estando bem com o estável e dificultoso 'estar de boa', o que dá o gosto ao estar viva é me encontrar presente na beleza da felicidade que me foi dada.
O que ficou desse traço de prazer é o que fará a alma fluir bem.
Sendo assim, citarei aqui pequenos e grandes, passageiros e presentes, prazerosos e simples, momentos de felicidades. (Pode ser chamadas de pequenos prazeres)


-Observar a paisagem pela janela do ônibus, tendo a sensação de estar e não estar presente naquele agora.
-Devorar o fundinho de nutella (ou quase uma) do Cascão Trufado.
-Sentir o cheiro do cocoroco* dos meu cachorros.
- Dar um cafungo no pescoço do meu gato (isso sem falar que amo pega-lo como um bebê indefeso).
-Ver o cabelo bonito depois do esforço ao arruma-lo.
-Tirar os cravos (prazer total), no banho ou fora dele.
-Comer lanche do Pedrinho com maionese caseira e café. (combinação mais doida que as Gilmore indo demais ao Luke me fez gostar).
- Leveza que anda pelos braços e pernas após ter um orgasmo.
-Escrever algo que ao ler eu diga "me expressei melhor que eu mesmo".
-Ler algo que diga "me expressou melhor que eu mesmo".
-Observar as estrelas.
- Conversar sozinha.
- Me surpreender com o resultado de alguma foto tirada.
- Criatividade que nasce em especificas madrugadas.
- Conversas que  não cessam o assunto por indiferenças ou cortes.
- Deitar dormir (rápido assim).
- Sonhar (dormindo ou acordada).
- Cantar (geralmente acho que sou a cantora\cantor em questão, pois ao prestar atenção em suas técnicas vocais acho que sei usa-las e\ou transmiti-las).
-Fazer meu mundinho em baixo das cobertas.
- Sensação de trabalho terminado.
- Comer camadas por camadas do chocolate Bis (branco).
- Pegar trechos dos poemas que gosto e anota-los.
- Ao escrever observar a forma das letras\palavras.
- Uma conversa inesperada (por pessoas esperadas).
- Barulhinho das ações do messenger do Facebook.
- Ler textos antigos que escrevi.
- Viajar em músicas.
- Ouvir um "isso me lembra você", quando também acho que lembre.
- Finalizar desenhos.
- Perceber que nem tudo era como a verdade que acreditei.
- Estar bem e entregue para dar voz a essas pequenas felicidades.


Tem mais mas iria ficar muito extenso e enjoativo.
(*- O cocoroco ali em cima, se refere a parte de cima da cabeça do cachorro, as vezes essa parte pelicular chega a ser amassadinha fazendo o nariz servir certinho ali. Que coisa estranha haha)
Acho que é tudo isso por hoje.
Bye Bye

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