terça-feira, 6 de setembro de 2016

E com toalhas brancas, cobrimos.

A grande coragem se fez pequena.
E todas palavras e submeter-se foram em vão.
Não esperava outro resultado. Somos o que fomos.
Somos o que somos.
Aos ares lamento, e se agora me conhece foi sem querer. É sempre sem querer.
Se existe culpa ela se deve ao colocar regras na vida que se sente livre.
Grande postura firme, grande peito aberto, alta voz forte, morava em cercados e ainda assim fugia.
Acolhendo-se em suas mentiras e covardias.
Essa foi a vez que mostramos nossa face, que a razão imposta se desfez.
Que o circo fechou, que a casa caiu.
Creio que foram tantas coisas renegadas para estar onde está, que é melhor acreditar que nada se fez por achar que não lida mais sozinho com a vida que escolheu.
Todo termo ou espaços são pequenos para definir.
Entremos agora em nossas vidas de imagens, como de costume.
Abafando essas vozes alheias, não queremos ver o que dança em nossa frente.
Não é essa a verdade que acreditamos.
Grande coragem de barata que corre, se esconde, espera escurecer pra sair.
A vida é dificil a todos.
Ninguém escapará do caos.
05\09\16 escrito por mim

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