quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Ausência é um estar.

A ausência tornou-se tão além, tão viva, que hoje não há nada que a mate.
Nada que a alcance, desfaça. Nem corpo, nem palavras, nem recomeços, nem eu.
Quem dirá que a salvação desse caos é nascer onde não reside aos olhos e ali morar. Terno e eterno.
Alimentando assim a procura incansável de um dia encontrar ou reencontrar a beleza vivida e passada.
Protegendo a saudade do Adeus, a sua voz, a alma.
Virá a vida, existir em semelhantes proporções: em felicidades e tristezas.
Quanto mais sobe, mais desce.
E além de ser complexo e incompleto humano, um dia hei de encontrar um equilíbrio (utópico) em meio a esse existir.
(escrito no dia 18\11\16, passado por algumas reformas hoje)

(Créditos a imagem)

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.