quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Deus mora na minha sacada.

"Não sou tão cética a ponto de não acreditar em um Deus. Assim como não sou tão ingênua ao ler um livro e consultar o cérebro acreditar com fervor que exista um. Em mim existe em momentos.
É como se minha alma não quisesse acreditar nas palavras de persuasão do cristianismo, (que tenta "moldar" o natural do ser), mas que sente que somos seres pequenos, frágeis demais para viver sozinhos na pedra fria da comparação, do abandono e da desilusão.
Sinto que existe uma luz de beleza divina em um momento de paz ao observar o céu, as árvores, os pássaros, os pequenos e delicados momentos de calmaria do viver.
Se existe a esperança da realização de algo que não cabe só a mim ter, a vontade de encontrar o que procura cabe a um Deus recorrer. Nessa esperança, ele existe assim, ali.
Quando no fundo do quarto escuro, lutando contra os demônios interiores, e o fardo da vida, existe uma luz para tirar-me.
Qualquer Deus que se caiba chamar tem um mim, a noção de que traz esperanças e divindades.
E firmo isso nesse hoje, pois não consigo citar até quando algo permanece existente no eterno, pois ainda não conheço algo mais expansivo do que a música que toca o cérebro humano: o pensamento que rege a ação do acreditar ou não, faz assim existir, ou não.
A abrangência do ser, faz tudo no acreditado caber, partindo disso, afirmo que:
Deus mora na vista da minha sacada."
(escrito dia 12/01/17 por mim)

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